No clarão e no opaco
Vislumbrei sombras de mim
De um Amor meio esquecido...

Gritei a plenos pulmões
Não deve ser assim !
Ficarmos em eterna Opacidade
Escondendo-nos de nosso Amor

Sombra e luz
Antíteses perfeitas para este clamor
Que eu canto sempre com louvor!

Saiamos desta sombra e nostalgia
Deixemos o Sol entrar com plena energia

Sintamos os pássaros a cantar
A Lua do Seresteiro a girar
O Inverno neste frio de congelar

Esquentemos nossos corações
Com o mais puro vinho de leve sabor
Cuidando sempre de nosso eterno Amor!


Eda Carneiro da Rocha
"Poeta Amor"


 

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